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Abraxas Skate Jam RJ hoje na Praça DuÓ

skate-jam

Por Erick Tedesco

Belo Horizonte, Florianópolis e São Paulo já sentiram a pressão, e agora é a vez do Rio de Janeiro e Goiânia receberem o power trio californiano The Shrine! Cariocas, se preparem pois no Rio a arrepiação será em dose dupla com o 1º Abraxas Skate Jam na quarta-feira, 3 de agosto, na Praça DuÓ, com best trick e ainda os shows das bandas cariocas Jimmy Chong e Psilocibina (saiba mais aqui). Na quinta, dia 4, eles invadem o Teatro Odisséia na Lapa, com Os Vulcânicos e novamente Psilocibina.

Na sexta-feira a caravana parte para o 22º Goiânia Noise Festival, onde se apresentarão ao lado de lendas brasileiras como Sepultura, Nação Zumbi, Black Alien e BNegão. Isso será épico!

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The Shrine Ao Vivo na 1a Abraxas Skate Jam na Cavepool em São Paulo. Foto: Fernando Yokota

Num dos poucos dias de folga da turnê, conversamos com o guitarrista Josh Landau sobre a primeira viagem da banda à America do Sul e constatamos que o objetivo é apenas um: destruir tudo por onde passam!

Como foi chegar ao Brasil praticamente engatados numa turnê europeia tocando nos principais festivais de rock e metal do velho continente?

JOSH LANDAU – Foram dois meses de turnê pela Europa. Tocamos até mesmo com Slayer e Alice Cooper e fizemos por lá algumas das nossas melhores apresentações de toda a carreira.

O que tem achado do público brasileiro nesses 4 shows que já fizeram?

JOSH – Uma vez assisti um vídeo dos Ramones no Brasil, com a galera curtindo e dando vários moshs, e cara, nós somos uma banda de mosh! A energia de vocês é simplesmente incrível!

A turnê mundial divulga o terceiro álbum, “Rare Breed”, um disco potente em muitos sentidos. Vocês têm influência de Black Flag, Black Sabbath, Motorhead, bandas cuja energia aparece muito bem vinda e encaixada na proposta do The Shrine. Acredita que a combinação de vários elementos do rock n’ roll concebe uma marca registrada à banda?

JOSH – Acredito que acertamos nas variações, como em Dusted and Busted, uma música que começa com uma guitarra acústica, mas depois fica bem elétrica. Isso tem a ver com as diferentes sonoridades em que piramos, como thrash, punk, stoner, psicodélico ou coisas mais viajadas.

Na sua percepção, qual é a principal diferença entre “Rare Breed” e os dois lançamentos anteriores?

JOSH – É que desta vez entramos em um estúdio de gravação de verdade, com o produtor Dave Jerden (Nota: o cara já assinou gravações de bandas como Offspring, Social Distortion, Jane’s Addiction, Alice in Chains, Anthrax, Biohazard, entre muitas outras)! Diminuímos o ritmo e a pressa para compor e isso foi o necessário para aperfeiçoar o processo e termos o Rare Breed.

Por que escolheram um lobo como mascote da banda?

JOSH – O lobo escolheu The Shrine! Nosso amigo Kris Kirk desenhou a figura para nós e, a princípio, não usamos. No entanto, o lobo chegou até a banda naturalmente e subitamente, e agora ele é nosso senhor! Olhe fixo nos olhos do lobo e seja livre, temos o bem e o mal dentro de nós.

Josh Landau

Josh Landau no show do Inferno Club em SP. Foto: Fernando Yokota

Conte-nos como foi o 1º Abraxas Skate Jam neste último domingo na Cavepool, em São Paulo.

Dude it was sick!! As bandas de abertura foram animais e os moleques mandaram muito na piscina! Nós fizemos um show redondo e sentimos uma ótima energia do público. Você sabe, nós crescemos na cena de skate de Venice e havia uma parede toda pintada em homenagem à Dogtown na Cavepool, e eu vi um cara com uma camisa da minha banda da escola! Não tem como se sentir mais próximo de casa do que isso!

Também existe uma cena de skate conceituada no Brasil, você a conhece?

JOSH – Andava muito de skate em Santa Monica e em Venice com um cara brasileiro cujo apelido era Porque, ele tinha aquela pegada e estilo dos anos 80 que detonava! Meu skate está na bagagem, claro, e ontem arrisquei umas voltas na Cavepool!

Você ou outro membro da banda já foram skatistas profissionais? Como a cultura do skate e de Venice impacta na trajetória da banda?

JOSH – Como profissionais são pagos, então não, mas o skate faz parte de toda a minha vida: ensina como quebrar as regras e a não aceitar todas as normas impostas pela sociedade. Se você se imagina andando numa parede, você provavelmente é realmente capaz de fazer isso. A atitude pode resolver os problemas do mundo, caso queira. A idéia é nunca aceitar um ‘não’ como resposta.

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